sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ser vilão ta na moda?


"Ninguém mais quer ser da turma dos mocinhos, por quê? O pessoal do bem anda precisando urgentemente de uma boa assessoria de Marketing."
Esse trecho da excelente autora Martha Medeiros me pegou desprevenida e me fez parar para pensar. Ela tem razão o "Bem" esta precisando mesmo de uma forcinha. Estranho como ser do "Mal" parece estar na moda agora. Não sei se as pessoas baseadas no ditado popular de que "bonzinhos só se ferram", estão indo para o outro extremo.
Até nas novelas e filmes os vilões estão mais lights. Antes eles eram completamente vilões, agora mostram-se como pessoas que oscilam entre os extremos, mas que na maioria das vezes opitam pelo lado da maldade para ter seus objetivos cumpridos. Concordo que assim eles ficam mais reais e não tão parecidos com uma madrastra de contos de fadas. Todas as pessoas tem o seu lado "bom" e o seu lado "mal". A agressividade, por exemplo, estará sempre em todos nós. As diferenças entre as pessoas são as escolhas feitas por qual lado direcionar a vida.
Devo confessar que no último filme do Batman me peguei torcendo pelo Coringa. E não pelo mesmo motivo da crítica do cinema sobre o bom trabalho do ator. Simplesmente porquê eu achei ele mais engraçado, mais leve que o, defensor do bem, Batman que passa o filme todo em crise existencial.
Em uma sociedade que mostra vilões cômicos, com dinheiro e felizes e mocinhos em eterna crise existencial, amargando em dúvidas. Não fica difícil entender a predileção pelos malvadinhos, não é?
Pessoal de Marketing do "Bem", arranca essa cara de sofrimento dos bonzinhos! Eles tem dúvidas, tem crises, porque eles pensam e pensar dói mesmo. Mas eles também amam, dão risadas, vão no bar com os amigos, ganham dinheiro, têm sucesso. Por que a vida dos bonzinhos não pode ser leve e feliz?
E volto a dizer, todo mundo tem os dois lados dentro de si, ninguém precisa ser santo, ok?

Sentir

Sinto vontade louca de gritar, espernear e dizer que está tudo errado. Sinto que estou apenas há um passo de uma grande virada. Sinto que devo voar, cantar e rir! Rir muito! Rir de mim, de você e de todos como nós que ainda insistem em sentir alguma coisa. Sinto o cheiro de sorvete de domingo, de almoço de final de semana. Sinto o seu cheiro. Sinto arrepios e sinto medo diante de algumas portas da vida. E sinto você ao meu lado me ajudando nas escolhas. Sinto amor quando olho nos olhos dos nossos filhos, dos olhos seus, nos olhos de descolnhecidos. É tudo amor, é tudo alma. Sinto vontade de abraçar estranhos na rua, só pra ver como é. Sinto mãos entrelaçadas, lágrimas compartilhadas, destinos cruzados e depois opostos. Sinto amor, paixão, simplicidade, leveza, primavera, beijo doce, mãos quentes. Sinto saudades de você.

Para todos aqueles que estarão sempre juntos, mesmo não estando sempre perto.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Escola da vida

Agora com o término da faculdade o que eu mais tenho escutado é: “e aí o que vai ser dos próximos anos?” ou “qual o seu próximo passo?” Para falar com toda a sinceridade, a minha vontade de responder quando alguém me faz essa pergunta é: “porra meu, eu não sei! Tem alguma idéia pra me dar?”
Quando termina a faculdade, várias outras coisas têm o seu fim. Para alguns, foi uma vida inteira dentro de escolas, na onde tinham horários específicos e tarefas específicas a cumprir. É a hora que muitos pais começam a cortar as “asinhas” dos filhos, para que assim eles desenvolvam as suas próprias.
E paralelo a essa, existe a escola da vida, aquela que nos molda o caráter, e o tipo de pessoa que seremos no nosso dia a dia. Quando termina a faculdade essa escola da vida parece que ganha mais destaque. Alguns mais espertos ou calejados pela vida, já entendem mais ou menos como ela funciona. Outros que foram protegidos pelos seus pais ou pelos seus próprios mecanismos de defesa têm um começo mais árduo. Pois não importa o quanto de Lacan você aprendeu na faculdade ou o tanto de álgebra que aprendeu na 8ª serie. Algumas coisas só se aprendem na escola da vida mesmo.
E ouso dizer que figuram entre elas, as coisas mais importantes.
Não sei quem eu quero ser daqui pra frente. Juro que penso todo santo dia em um trecho daquele vídeo mais do que manjado do filtro solar. Um trecho que fala que pessoas interessantes não sabem o que querem da vida com 20 anos e mesmo com 40 continuam sem saber.
Torço para que este trecho seja verdadeiro, pois não sei e tenho a impressão de que ainda vai demorar um tempo para que eu saiba o que quero. Mas enquanto isso, já é possível dizer que minha matrícula na escola da vida, já foi feita e paga com árduas experiências. Assim como, os primeiros anos eu já passei. Sim, diga-se que tenho algumas leves dependências, que com o tempo serão sanadas.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Vida Interessante

"Pessoas com vidas interessantes não tem fricote.
Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantias.
Interessam-se por gente que é o oposto delas.
Pedem demissão sem ter outro emprego em vista.
Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram.
Estão dispostas a mudar de cor preferida, prato predileto.
Começam do zero inúmeras vezes.
Não se assustam com a passagem do tempo.
Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor, compram passagens só de ida..."

Trecho da crônica Uma vida interessante, retirado do livro Doidas e Santas de Martha Medeiros.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Alê era uma criança feliz. Isso mesmo ele era, no passado. Voltando da escola em uma tarde de terça chuvosa ele encontrou uma feiticeira na rua. Que lhe pediu dinheiro para comprar pão, Alê sempre foi uma pessoa bondosa e preocupada com os outros entregou o dinheiro para a mulher, lhe deu até mais do que ela havia pedido. A feiticeira ficou extremamente feliz e lhe jogou um feitiço. Disse que na manhã seguinte ele iria acordar e ter uma surpresa...

No dia seguinte ele acordou e não conseguiu mais escutar as pessoas. Ele deu bom-dia aos pais que não responderam, pensou que eles haviam acordado de mau humor. Quando conversou com seus coleguinhas de sala, perguntou como eles estavam, mas ninguém respondeu. Levou bronca de professora, ele não a escutou chamando seu nome na chamada.

Alê ficou encucado, as pessoas pareciam lhe ignorar, pareciam não perceber que ele estava falando. Era como se não o escutassem. Foi então que percebeu, foi então que ele se escutou. E notou que também não entedia uma palavra do que as pessoas lhe diziam. Ele e o resto do mundo haviam acordado falando línguas diferentes.

Enquanto dormia algo em seu íntimo mudou profundamente que o fez acordar falando uma língua totalmente desconhecida da maioria das pessoas. E isso lhe causou uma angústia tremenda, ele não tinha como se comunicar. Não conseguia passar para o mundo quais eram as suas vontades e preocupações. Não tinha com quem dividir suas alegrais e tristezas.

Com um tempo ele novamente acostumou seus ouvidos aquela língua que antes lhe era tão familiar, mas nunca mais ouviu da mesma forma, agora seus ouvidos já conheciam uma nova forma de escutar. E não tinha como fugir disso. Ele só esperava encontrar alguém que falasse a mesma língua que ele. Alguém que compreendesse essa nova maneira de se expressar e pensar.

The missing piece


“Desde criança ela sempre gostou de brincar de quebra cabeça. Montar uma grande estrutura de pequenas partes era algo intrigante e fabuloso para ela. Agora consegue transpor essa analogia para vida e procura a peça que está faltando no quebra-cabeça da vida.”


Hoje sai com uma amiga minha, fui acompanhá-la em um show. Era aquela cena típica de sonzinho universitário amador. Os sons de guitarra, baixo e bateria mais altos do que a voz do cantor. Percebi-me fazendo um esforço para entender as palavras melódicas com aquela voz de final da adolescência. Várias pessoas ao redor, um público até razoável, eu diria. Todos eram amigos ou conhecidos de algum dos meninos da banda. Os pais corujas estavam presentes também. Comecei a perceber que para mim algo estava faltando naquela cena. Como uma pequena peça de quebra-cabeças perdida em um montante de 2000 peças. Procurei, olhei ao redor, encarei pessoas. E então me dei conta. É você. É você que esta fazendo falta na cena, é você a peça de quebra cabeça perdido. Onde raios você se meteu que depois de tantos anos da minha existência ainda não te encontrei?

Enquanto a banda toca a musica ao fundo começo agradecer pela voz do cantor ser tão indecifrável junto aos sons, assim fica mais fácil me perder em meus devaneios. Fico pensando... Poxa vida, será que já te encontrei e não percebi? Será que já nos esbarramos por aí? Eu já te confundi com algumas pessoas, eu sei, isso é fato! Será que você está aqui do meu lado e eu não estou reparando? Olho ao meu redor... Não, definitivamente você não está aqui ao meu lado. Será que você esta morando em um país distante e depois vai voltar pra me encontrar? Ou sou eu que vou te buscar? Em algum lugar você tem que estar.

Quer saber de uma coisa? Vou confessar... Estou me preparando para te encontrar. Por mais que não tenha encontrado a peça do quebra cabeças que está faltando, estou arrumando todo o resto. Na hora que encontrar a tão esperada peça, que seja só ela a falta que esta me consumindo. Tudo será ajeitado, tudo estará pronto. Mas para isso é preciso de tempo, é preciso arrumar a bagunça de peças, é preciso colocar tudo em seu devido lugar. E só então colocar a peça que estava faltando, pois ao contrário ela será só mais uma peça perdida em uma multidão de peças sem sentido.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Qual caminho?



Muitas vezes é difícil saber que caminho seguir. Estamos acostumados a pensar em 8 ou 80, ou é certo ou é errado. Bom, particularmente, não acredito muito nessa coisa de extremos. Para mim quanto mais equilibrado melhor.

Por exemplo: acredito de verdade na idéia de que não devemos fazer com o outro aquilo que não queríamos que fizessem com a gente. 8 ou 80. Mas se ficarmos totalmente apegados a essa idéia e a cada passo que formos dar pensar na forma que ele afeta as pessoas ao nosso redor; simplesmente ficaremos parados e a mercê dos planos de vida de alguém.

É claro que não estou falando que devemos sair como tratores e passando por cima de tudo e todos para conseguir o que queremos. 8 ou 80. É preciso saber balancear, é preciso saber manejar. E para tudo isso tomar forma demora um tempo. Só porque você percebe que tem algo de errado na sua vida, você não acorda no dia seguinte mudado. Mudanças, e principalmente as significativas, levam um tempo até se moldarem a nós. É preciso muita humildade para ver os nossos pontos a melhorar, já que encarar os nossos defeitos é muito dolorido. E nem sempre queremos ver aquela mancha que temos.

Uma amiga minha se encontrava em um dilema. Fazer com uma pessoa algo que ela não gostaria que fizessem com ela, ou fazer algo que ela estava com muita vontade? Consciência e valores gritando de um lado, mas a vontade e aquela cocerinha no fundo do peito gritando com muita força do outro. Empatia, ô coisa difícil. Não me imagino viver sem ela, mas tem dia, juro que queria ñ ter. Queria ser do tipo de pessoa que ñ pensa nos sentimentos alheios. Mas não sou assim, e amiga você também não é. Não conseguimos não pensar no outro.

Então aparece o dilema, o que fazer? Ouvir a Madre Teresa ou ouvir a Priscila Pires. Daí vem a minha pergunta, por que tem que ser uma ou outra? Não pode ser um meio termo? Que tal se sairmos dessa posição idealizada por nós e passarmos a viver como simples seres humanos? Que acertam, mas que também erram de vez em quando?

Acho que no final o que importa mesmo é conseguir colocar a cabeça no travesseiro e dormir legal.

Com o tempo passamos a nos perceber mais, já aconteceu comigo de condenar algo durante muito tempo e então pagar a língua e fazer o mesmo. Muitas vezes temos concepções muito intensas em nossas vidas, mas que com o passar dos anos vão pedindo uma revisitada, uma atualizada.


Se tivermos coragem podemos mudar essas concepções, não precisamos ficar prisioneiros de algo que já foi dado como certeza para o resto da vida. As pessoas mudam e as circunstâncias também, talvez o que fez muito sentido para você um dia pode não fazer tanto sentido em outro. O que é importante é ter a coragem e humildade de perceber isso e então mudar. A mesma ousadia é necessária para perceber quando a mudança não foi tão legal assim.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Homens, Mulheres e Paraíso


Já há algum tempo estou ouvindo muitas pessoas comentarem sobre a novela Paraíso, eu que nunca fui de assistir novela, ficava escutando as conversas. O que eu entendo é que eles vivem em uma cidade no interior de não sei qual estado, e toda a trama se passa em volta de um casal, a santinha e o filho do demônio. Confesso que essa estranha combinação já me despertou certo interesse, mas não tão forte a ponto de assistir.
Até que ontem chegou o dia, fui assistir a bendita novela. E entendi o porquê tanto alvoroço. Quem ñ quer uma santinha na vida? E quem não quer ter aquele filho do demo? (credo que frase esquisita, mas ñ sei o nome dos personagens e mtooo menos dos atores).
Mas enfim, fiquei pensando na novela depois. E o porquê de despertar tanto interesse nos homens e nas mulheres que a acompanham (Sim! Homens! Por incrível que pareça são eles que eu mais tenho escutado falando da novela).
Não sei não... para mim a santinha seria o ideal de mulher que eles procuram. Com valores morais, de família, mais recatada, determinada, forte e blá, blá, blá. A cada dia que passa as mulheres estão mais longe dessa “santinha”. Em meio a sua busca por um lugar elas tentam fugir de serem lideradas pelos homens e passam a se comportar como eles. As mulheres acabam tendo muita atitude e isso parece que esta assustando os homens. Pois dá a impressão de que eles são dispensáveis. E convenhamos ninguém gosta de se sentir como algo dispensável (e isso vale para os dois lados).
Já na contramão tem o tal filho do demo. Que também seria o ideal. Ou vocês conhecem alguma mulher que não gostaria de ter uma serenata (ñ precisa ser na porta do convento), alguém que grite com toda a força eu te amo para quem quiser ouvir, alguém que confia tanto no amor que sente, alguém que não tem receio de ter atitude? E aí meninas, conhecem algum assim?
Para mim o que resume o casal e que é mais bonito, é algo bem difícil de encontrar hoje em dia: caráter. Os personagens têm algo que nos passa confiança. Você já reparou que se afasta das pessoas que não confia? Afastamos-nos por medo delas, pois elas representam uma constante ameaça a nós. É o famoso pé atrás.
A coisa esta feia para os dois lados, homens sem atitude e mulheres com atitude demais. E a maioria esqueceu de passar na filinha do caráter antes de nascer. Ou então a vida esta tão difícil que acabaram se esquecendo ou se afastando dele. Às vezes a gente se afasta mesmo da nossa essência por conta de alguns momentos complicados da nossa vida.
E assim vai... homens e mulheres se desencontrando, querendo coisas tão diferentes mas no fundo tão parecidas. No fundo todo mundo quer se sentir amado, valorizado, porque essas coisas, junto com inúmeras outras, nos completam.

Acho que se você quer algo parecido com esse casal, então pare para pensar e se avalie. Você esta merecendo um desses em sua vida?

sábado, 1 de agosto de 2009

Filosofia do Sucesso - Napoleon Hill

Se você pensa que é um derrotado,você será derrotado.
Se não pensar “quero a qualquer custo!”
Não conseguirá nada.
Mesmo que você queira vencer,
mas pensa que não vai conseguir,
a vitória não sorrirá para você.

Se você fizer as coisas pela metade,
você será fracassado.
Nós descobrimos neste mundo
que o sucesso começa pela intenção da gente
e tudo se determina pelo nosso espírito.

Se você pensa que é um malogrado,
você se torna como tal.
Se almeja atingir uma posição mais elevada,
deve, antes de obter a vitória,
dotar-se da convicção de que
conseguirá infalivelmente.

A luta pela vida nem sempre é vantajosa
aos fortes nem aos espertos.
Mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitória
é aquele que crê plenamente
Eu conseguirei!

Depois de ler isso, alguém aí ainda esta precisando de um empurrãozinho de motivação? Impossível! Rsrs.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Relacionamentos

Já teve a sensação de estar no lugar certo na hora certa?
De total sintonia com a sua vida?
Pois eu tenho percebido bastante esse sentimento ultimamente.
Em vários momentos, enquanto trabalho, enquanto estudo, enquanto estou em família...
Até quando eu supostamente não deveria estar em um lugar, acontece algo que me mostra que eu deveria estar ali.

Perder algo que julgamos querer muito é extremamente doloroso. Doí mesmo parar de encontrar uma pessoa que a gente gosta. Dói... Mas passa. Como que passa??? Ta aí uma coisa que eu não sei, ñ existe formula.
Às vezes gostamos tanto, tanto, tanto de estar com uma pessoa que não percebemos o quanto ela afeta nossa vida de uma maneira negativa. Pode ser que a pessoa nem esteja nos machucando por querer, pode ser que ela nem perceba que esta nos machucando. Mas a medida que um comentário bobo vira uma tempestade em copo d`água, tem algo errado. Alguns relacionamentos são assim. Vivem de tempestades em tempestades, que não tem importância alguma e também sem finalidade alguma além de desgastar a relação.
Relacionamentos são para nos fazer evoluir, para aprender, para compartilhar momentos (os bons e os ruins). Para saber que independente do que aconteça tem uma pessoa que gosta da gente. Para dar risada juntos. Tem que estar em sintonia, tem que ter a vontade de estar perto. Tem que ser algo que nos complete. Mas se está pesado, se está forçado... Então alguma coisa não esta indo como deveria ser.
Se o nosso relacionamento tem a maneira constante de nos deixar sempre pra baixo, sempre com o sentimento de menos valia. Então temos que parar pra pensar URGENTE. A pessoa pode até “gostar” mesmo de você amiga. E você pode ate gostar mesmo dela. Mas, calma aí será que não esta na hora de parar pra pensar o tanto que isto esta te consumindo? Tenho certeza que você fica a maior parte do tempo pensando nisso, pensando em uma maneira de fazer vocês darem certo. Tenho certeza que quando você faz isso sente um aperto enorme e o sentimento de estar à beira de um precipício é sufocante. Mas calma... Não se desespere... Não se esqueça que independente da sua relação dar certo ou não o importante é fazer a sua vida dar certo. O importante é cuidar dos filhos, da família, das finanças, dos estudos. Se motive amiga, pare para pensar e retome seus sonhos. Pense em tudo o que fez para chegar até onde chegou. Você pode sentir que esta no meio da travessia de um rio tentando chegar até a margem e esta com sensação de que não sabe nadar e que irá se afogar.... mas não esqueça... se você esta no meio do rio é porque já nadou metade do caminho e agora esta tão aflita que se esqueceu como se faz. O potencial está na gente. O que falta para a maioria de nós é focar toda a energia que temos em busca de nossos ideais. MAS IDEAIS de verdade, de futuro profissional e pessoal... nada desses ideais transviados de ter alguém a qualquer custo. Se você gosta muuuuuuito de uma pessoa e não esta dando certo, talvez esteja na hora de parar para pensar se ela gosta da mesma forma de você e então assumir, bancar a sua percepção. Porque estar andando e avistar um poste, mas fechar os olhos não quer dizer que ele sumiu e que você não vai dar de cara com ele.

Heiiiiii calma... Não estou dando conselhos a ninguém... Não estou dando diretrizes a ninguém e muito menos estou falando que todos esses sentimentos estão longe de mim... Aprendi que nada é mais tocante do que falar algo que já passamos e já sentimos. Não se preocupem, às vezes o texto é mais para mim do que para vocês.